Antes de os espanhóis chegarem, a Jamaica era habitada por índios que a chamavam “Xaymaca”, “a terra da madeira e da água”.

Pouco tempo depois os nativos foram eliminados e iniciou-se a importação de escravos de África. Com a chegada dos ingleses o país foi designado de Jamaica e criou-se uma nova capital, Kingston.

Durante a colonização inglesa o país transformou-se num local de contrabando e pirataria. Foi determinante a proximidade às rotas marítimas e a configuração da baía permitir resguardar muitos barcos.

Em 1670 Inglaterra nomeou um governador e os piratas foram perseguidos até à sua extinção. Mais tarde foi criada a Real Companhia Africana e a Jamaica foi convertida num dos maiores centros de tráfico de escravos. Durante o período de escravatura, com a proibição da manifestação das crenças religiosas dos escravos, surgiram as raízes do que se tornou o movimento do rastafari e do reggae. E esta música, este estilo de vida e modo de estar, é um aspeto muito importante quando se fala numa viagem à Jamaica. Há uma boa onda que se sente e dá sentido às palavras que mais se ouvem dos jamaicanos: “no problem” e “respect”.

Para perceber melhor aconselho ir a Kingston visitar o Museu Bob Marley.

Foi a sua casa até morrer.

Robert Nesta Marley, conhecido por Bob Marley, é o mais conhecido músico de reggae. Ele falava de questões sociais e políticas da Jamaica , paz e igualdade social. Foi um defensor do movimento rastafari,  com a defesa da cultura africana.

Visitei o Museu quando cheguei a Kingston, vinda de Cuba. A partir daí aluguei carro e fui até Negril, Montego Bay e , Ocho Rios. O percurso até à costa é uma explosão brutal de verde. É obrigatório visitar a Jamaica e “perder-se” pelo interior. Não fique apenas pelas praias e spots mais conhecidos…

Aconselho ler sobre a região a que a Jamaica se insere, as Caraíbas: http://viajarpelahistoria.com/regiao-caraibas/

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