Conhecer Lisboa com um guddy

Conhecer Lisboa com um guddy

Quando viajamos existem várias maneiras de conhecer uma cidade, dependendo de vários factores como o tempo que temos, o dinheiro disponível ou ao que damos mais valor.

Podemos conhecer uma cidade pela sua história, comida, vida noturna, pelo comércio por tantas outras formas.

Na minha opinião, a história de um local que visitamos é essencial para perceber um pouco de tudo o que vemos. O que é um determinado monumento, qual a sua utilidade, razão da sua construção e porque é assim, porque é que os habitantes comem de uma determinada forma, tudo se encontra relacionado com o que já aconteceu.

Tomei conhecimento há bem pouco tempo da Local Guddy. Experimentei e gostei de ver a minha cidade de Lisboa, acompanhado por um guddy. Vamos lá então ficar a conhecer um pouco mais sobre esta empresa. Se quiser saber mais vá a https://www.localguddy.com/

O que é?

A Local Guddy é uma plataforma que faz a ligação entre os habitantes de uma cidade e os viajantes. Um guddy é um habitante de uma cidade que a quer mostrar a quem a vem visitar.

Existem 4 tipos de guddys que de acordo com o que mostram são chamados de local guddy, food walker, pub crawler e hommy chef. São habitantes que mostram os locais, os restaurantes, os bares e que até podem fazer uma refeição na sua casa.

Onde existe?

A Local Guddy existe em mais de 160 cidades espalhadas pelo mundo. Pode ser acompanhado por um guddy em Bangkok, Paris, Nova Iorque ou Buenos Aires.

E em Lisboa, como é?

Em Lisboa existe ainda apenas o guddy local, Miguel M. Ele é o responsável pelo passeio “Classic Lisboa Ride”. É super simpático e conhece bastante bem Lisboa, uma vez que nasceu e cresceu mesmo no centro. Veja aqui: https://www.localguddy.com/tours/325-classic-lisboa-ride

Este passeio é realizado num carro que já pertence à família do Miguel desde 1973, o que por si só já torna o passeio bastante original e com classe. O ponto de encontro é no Principe Real e a partir daqui são 3 horas a percorrer Lisboa. Ao mesmo tempo que vamos passeando pelas ruas e fazendo algumas paragens estratégicas o Miguel explica o que vmos. E para mim, este é o ponto mais interessante deste passeio.

O carro

Pormenor do carro

O carro com a Basílica da Estrela e o elétrico 28

Passamos pelo jardim e miradouro de S. Pedro de Alcântara, pelo Largo das Portas do Sol, pela castiça Graça e paramos no magnífico miradouro da Sra. Do Monte. Este é um dos meus locais farvoritos para ver Lisboa. Adoro.

Largo das Portas do Sol

Seguimos para a antiga Mouraria, para o largo do Martim Moniz e para a lindíssima avenida da Liberdade. No alto da avenida paramos no Parque Eduardo VII e este é um excelente local para se ver a cidade, o rio e a margem sul. Daqui seguimos para as Amoreiras, largo do Rato  jardim da Estrela onde fazemos uma paragem de 20 minutos.

Largo Martim Moniz

A parte final do passeio é a pasagem pelo Parlamento, miradouro de Santa Catarina, Rua da Rosa no incontornável Bairro Alto e regressamos ao ponto de encontro, Principe Real.

Existe também a possibilidade de prolongar um pouco este passeio até à margem sul do rio Tejo, onde podemos conhecer a Costa da Caparica e Almada.

Penso que esta é uma abordagem perfeita para conhecer um pouco melhor a cidade de Lisboa e a partir daí puder explorá-la à sua maneira. Eu experimentei e recomendo. Conheço bem Lisboa mas é sempre um enorme prazer vê-la de outras formas.

 

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4 boas razões para ir a Córdoba

4 boas razões para ir a Córdoba

Córdoba é a cidade dos califas. Encontra-se no coração da região da Andaluzia, junto às águas do rio Guadalquivir, um dos maiores da península ibérica.

Qual o passado de Córdoba?

É uma cidade já muito antiga, existindo indícios de ocupação da zona já em 3200 a.C. A povoação que se foi formando desenvolveu-se graças à exploração de minério (cobre e prata) da Serra Morena e da agricultura.

Mas a cidade de Corduba (como era designada) foi apenas fundada pelos romanos, no ano de 206 a.C. Nesta altura, em que os romanos ocupavam Córdoba, esta foi a capital da província da Bética e a maior cidade de toda a península ibérica.

Contudo não foram estes os anos dourados da cidade. Foi um pouco mais tarde com a chegada dos muçulmanos, que Córdoba se tornou a capital do Al-Andalus. E foi enquanto capital que se iniciou a construção da Grande Mesquita. Quando este monumento acabou de ser construído Córdoba era a maior cidade de toda a Europa.

Nessa época grandiosa muitas pessoas chegavam de outros locais, procurando conhecer as construções que se faziam, falar com o califa ou também uma cura para um problema de saúde. O rei, D. Sancho de León procurou em Córdoba cura para a obesidade, por exemplo. A cidade era um centro de conhecimento e aprendizagem, tendo uma biblioteca com 400.000 livros, quando as outras bibliotecas da Europa possuiam apenas algumas centenas…

Foi com a álgebra, criada pelos árabes e as descobertas consequentes a isso, que se deu um desenvolvimento matemático que levou à construção das grandes catedrais góticas da idade média.

Era maravilhoso passear pela cidade, percorrendo as ruas pavimentadas, e observando fantásticas casas com magníficos pátios e já com água canalizada. Com o calor que se fazia sentir (e faz) no verão percorrer Córdoba, era uma lufada de ar fresco.

A época dourada de Córdoba terminou abruptamente no início do século XI, devido a questões internas de poder do império árabe. Com a reconquista da cidade pelos cristãos, ocorreram alterações aos grandiosos monumentos que tinha sido anteriormente construídos.

Mas apesar das alterações, numa visita à cidade é perfeitamente possível perceber todo este esplenderoso passado. Vai adorar.

O que não pode mesmo deixar de ver

1 – A magnífica Mesquita – Catedral

A Mesquita –Catedral de Córdoba é o monumento mais importante de todo o ocidente islâmico. É o espaço mais visitado de Córdoba.

Localiza-se no centro histórico e ocupa uma área de 24.000 m2. O edifício original foi construído no século XVIII mas ao longo dos anos sofreu várias alterações. A mais importante das quais foi a conversão em local de culto cristão.

Um pormenor muito interessante é que durante alguns anos esta Mesquita-Catedral esteve didivida em duas zonas para que no mesmo espaço (mas em zonas diferentes) árabes e cristãos pudessem praticar o culto da respetiva religião. Fantástico.

Entre pela porta do Perdão, local onde em dias específicos se perdoavam dívidas, e deslumbre-se com esta maravilha. Em 1984 foi declarada Património Mundial da Humanidade pela UNESCO e um pouco mais tarde também todo o conjunto urbano que a rodeia.

Pormenor da fachada da Mesquita-Catedral

Interior da Mesquita-Catedral

Pormenor do interior da Mesquita-Catedral

Pormenor do interior da Mesquita-Catedral

Pormenor do interior da Mesquita-Catedral

2 – O alcázar dos reis cristãos

Em Córdoba existe um alcázar, à semelhança de outras cidades espanholas. Consiste numa fortaleza que tem no seu interior um magnífico palácio. Originalmente era um palácio árabe, moradia de califas.

Já teve vários tipos de ocupação, como residência da família real cristã, sede do Tribunal do Santo Ofício (Inquisição) ou prisão.

Aqui existem jardins e pátios lindíssimos, sendo de destacar o Mudéjar, com todo o pavimento em mármore.

3 – Os pátios, praças e bairros

Toda a zona histórica que rodeia a Mesquita – Catedral é super interessante. Obrigatório pelo menos visitar a plaza del Potro, os bairros do alcázar velho e a judiaria. Esta, é um bairro castiço e onde se pode encontrar uma das poucas sinagogas em Espanha.

Demore-se a percorrer as ruas e perca-se nos pátios, são muito bonitos, sendo reconhecidos como Património Mundial da Humanidade.

A decoração, as cores, a arquitetura, entre outros factores fazem com que seja um excelente passeio.

Uma rua de Córdoba

Um pátio de Córdoba

4 –A cidade dos califas

A aproximadamente 10 km de Córdoba encontra-se a Medina Azahara. Era uma cidade de califas, mandada construir no século X, em pleno período de ocupação árabe.

A lenda refere que o califa Abd-al Rahman III, queria que existisse uma cidade dedicada a Azahara, a sua mulher preferida. Mas a realidade é um pouco diferente. Este califa teve a intenção de mostrar a grandiosidade do novo califado fundado a ocidente.

Medina Azahara estava dividida em 3 patamares, sendo 2 deles ocupados pelo alcázar e o mais baixo pelas habitações e pela mesquita. Cerca de 10.000 pessoas trabalharam diariamente nesta cidade, utilizando mármore, ouro e pedras preciosas.

Imagino que teria sido uma cidade realmente magnífica. Conhecendo um pouco deste passado, torna-se muito interessante realizar uma visita.

Medina Azahara

Medina Azahara

Pormenor da Medina Azahara

Claro que há muito mais para ver e fazer, se olhar para um mapa de Córdoba vai verificar que há imensas atrações. Mas na minha opinião, as que eu falei são mesmo obrigatórias.

Para finalizar destaco a comida e o flamenco… O que está à espera? 😉

A Guarda e a sua Sé Catedral

A Guarda e a sua Sé Catedral

O Distrito da Guarda

O distrito da Guarda localiza-se na Beira Alta, sendo limitado a norte por Bragança, a leste por Espanha e a sul por Castelo Branco. É uma zona muito montanhosa, encontrando-se aqui o ponto mais alto da Serra da Estrela, a 1993 metros de altitude. A Serra da Estrela é uma cadeia montanhosa localizada no centro interior de Portugal.

A Torre, o ponto mais alto da Serra da Estrela, é o 2º pico mais alto de Portugal. O 1º é a montanha do Pico na ilha dos Açores com o mesmo nome. Tem 2351 metros.

É nesta zona da Guarda que se encontram algumas das 12 Aldeias históricas de Portugal. São cenários belíssimos que permanecem iguais ao que eram antigamente. Encontram-se no alto da serra e estão alinhados com a fronteira (com Espanha). Antigamente eram locais de defesa e vigia.

A cidade da Guarda

A cidade da Guarda é a mais alta de Portugal, dado que se encontra no extremo nordeste da Serra da Estrela, a 1056 metros de altitude. É conhecida pela cidade dos 5 F´s:

  • Fria: tem clima de montanha, nevando cerca de 14 dias por ano;
  • Forte: pela sua altitude era conhecida por “escudo da Estrela”;
  • Farta: a fertilidade do vale do Mondego;
  • Fiel: Álvaro Gil Cabral recusou entregar as chaves da cidade ao rei de Castela;
  • Formosa: pela sua beleza natural.

Há provas de que a cidade já era ocupada na Pré-História, mas foi apenas em 1190 que oficialmente a cidade foi fundada. Quem a fundou foi D. Sancho I, o 2º rei de Portugal, filho de D. Afonso Henriques.

Estátua de D. Sancho I

Na idade Média a Guarda foi um dos mais importantes redutos de um conjunto de fortificações que defendiam a fronteira portuguesa. A origem do seu nome encontra-se relacionada exatamente com essa importância, era a Guarda fronteiriça.

É uma cidade com imenso património cultural e arquitetónico, acompanhado por uma belíssima gastronomia. Na minha opinião, é uma zona do interior de Portugal muito interessante e que vale mesmo a pena visitar.

É engraçado saber que o fundador da cidade, D. Sancho I teve uma amante que ficou muito conhecida. Chamava-se Maria Pais Ribeiro mas todos a conheciam como Ribeirinha. Uma pequena parte de uma música que o rei dedicou à sua amada deu origem ao lema que ainda hoje a Guarda tem: “Ay muito me tarda/O meu amigo na Guarda”.

O local onde estes amantes se encontravam está identificado na Rua Dom Sancho I, não muito longe da Sé Catedral.

Ao longo dos anos a Guarda foi palco de várias paixões, havendo mesmo quem diga que foi nesta cidade que foi celebrizado o casamento entre D. Pedro I e Inês de Castro…

A Sé Catedral

No centro da cidade da Guarda existem vários pontos de interesse, mas o que se destaca é a Sé Catedral. Este monumento é um dos mais emblemáticos de Portugal, misturando os estilos gótico e manuelino. Ergue-se totalmente majestosa no coração da cidade.

Sé Catedral

Pormenor da Sé Catedral

Porta da Sé Catedral

 A Sé foi mandada construir pelo rei que fundou a cidade da Guarda, D. Sancho I, em 1199. O rei solicitou transferência da sede do bispado para a Guarda e isso obrigou-o à construção imediata de uma catedral.

Mas não existe qualquer vestígio do 1º edifício, nem sequer do 2º que foi mandado construir pouco depois. O monumento imponente que vemos hoje é o 3º edifício. Começou a ser construído em 1390 e demorou 150 anos até ser concluído. Uma vez que demorou quase 2 séculos a ficar concluído, acabou por ter influências de mais do que um estilo.

Quando vista ao longe salienta-se rapidamente o seu aspeto fortificado e os seus pináculos e contrafortes. No seu interior com formato com 3 naves, destaca-se o altar-mor, talhado em pedra de Ançã. Aqui encontram-se representadas 100 figuras esculpidas, que são hoje em dia um dos símbolos da cidade.

Sigtuna, onde a Suécia começou

Sigtuna, onde a Suécia começou

Sigtuna é uma pitoresca cidade da época viking que se localiza na região metropolitana de Estocolmo, não muito longe do aeroporto internacional. Encontra-se junto às águas do lago Malaren, que já foi uma importante via de comunicação marítima da Suécia com outros países.

Lago Malaren

Casa perto do lago

De acordo com o que diz a lenda, Sigtuna é a 1ª cidade de toda a Suécia. Aqui podemos encontrar igrejas medievais, ruínas, castelos e runas da época viking (pedras que servem de homenagem aos mortos). Numa visita à cidade de Estocolmo recomendo mesmo ir também aqui. É fantástico andar na rua principal de Sigtuna tal como já outros o fizeram há 1000 atrás… Parece que fomos transportados para outra altura.

Fundação de Sigtuna

No longínquo ano de 970, o 1º rei da Suécia, Erik o Vitorioso, decidiu construir uma cidade a partir do zero. Ele pretendia criar um reino semelhante aos que já existiam no resto da Europa.

Erik foi bastante hábil na construção da cidade. Através de doações de terrenos, soube manter comerciantes e proprietários como aliados.

As ruas foram construídas com as dimensões típicas da época viking, tal como muitas outras na escandinávia. Uma outra característica interessante é o facto de Sigtuna ter crescido em torno de uma rua principal, Stora Gatan. Acredita-se que este acto se deve ao acesso à água. Esta rua é a mais antiga de toda a Suécia.

Ainda hoje o centro é aproximadamente do mesmo tamanho e formato que era quando foi fundado, o que é absolutamente único no país. Uma outra particularidade é que na área de Sigtuna é que se localiza o maior número de pedras rúnicas do país (cerca de 170).

Cunhagem de moedas

Ao rei Erik sucedeu o seu filho, Olof Skötkonung, que foi o 1º rei cristão da Suécia que assim se manteve até à sua morte. Quando Olof assumiu o poder Sigtuna encontrava-se ainda no início do seu desenvolvimento. Ele pretendia construir um reino grandioso.

Tal como os restantes reis cristãos ele teve a iniciativa de cunhar moedas. E foi assim que foi foram cunhadas as primeiras moedas na Suécia, tendo a 1ª sido no ano de 995.

Igrejas cristãs

A construção da Igreja de Santo Olaf começou no início do século XII. Calcula-se que esta seja a igreja de pedra mais antiga da Suécia. A sua arquitetura é muito interessante, uma vez que a zona do coro é maior em largura e comprimento, do que a nave. Ao lado de um dos muros da igreja existem ruínas de uma casa que ainda hoje podem ser visitadas.

Igreja de Santo Olaf

Um pouco mais tarde, por volta de 1250, foi construída a 1ª igreja de tijolo por iniciativa dos frades dominicanos. É a Mariakyrkan e desde o século XVI é a igreja paroquial de Sigtuna.

Mariakyrkan

Praça principal

A praça principal foi criada no século XVII e era local de passagem de cavalos e carruagens e mais tarde de veículos. Atualmente, com o enorme aumento de circulação de carros é uma zona pedonal.

No final de cada mês de agosto esta praça é local de uma feira, a Sigtune Möte. Este evento é inspirado em 1912 e por isso os comerciantes estão vestidos à época. Deve ser uma boa altura para visitar Sigtuna.

Câmara municipal

Rådhus

Em 1744 foi construída a câmara municipal, que é a mais pequena de toda a região da Escandinávia. O edifício foi desenhado pelo próprio mayor.

As 14 ilhas de Estocolmo

As 14 ilhas de Estocolmo

O Reino da Suécia localiza-se no norte da Europa e pertence à região da escandinávia. Este fantástico país é formado por 220 mil ilhas.

Estocolmo é a capital sueca, assim como a maior, a mais importante e uma das mais antigas cidades do país. Localiza-se na zona sudoeste da Suécia e é formada por 14 ilhas unidas por 53 pontes. Por esta razão é que é muitas vezes chamada de Veneza do Norte.

É uma cidade verdadeiramente encantadora , com um lindissima arquitetura, belos parques e proximidade à água. A Suécia foi poupada à 2ª Guerra Mundial e por isso conservou autênticos tesouros arquitetónicos.

Está muito bem pensada em vários aspetos para proporcionar um elevado bem-estar ao seus habitantes. E essa energia sente-se enquanto andamos pela cidade. Na minha opinião, que adoro o calor, o problema é mesmo o clima… Estive lá num mês de outubro e as temperaturas médias rondavam os 8ºC.

Estocolmo é uma cidade que se visita muito bem a pé e se necessário, transportes públicos.

História

A cidade de Estocolmo foi fundada em 1252 por Birger Jarl. Este regente quis construir uma fortaleza para proteger o lago Malaren dos piratas saqueadores. Este lago é um dos maiores da Suécia e localiza-se na proximidade de Estocolmo.

Devido à sua localização, Estocolmo era um local de passagem de vários navios que circulavam entre o mar Báltico e o lago Malaren. Eram navios de comércio, de guerra e também de piratas.

E assim sendo, Birger Jarl decidiu colocar estacas sobre um canal que atualmente possui o nome de Norrstrom. Rapidamente a cidade se desenvolveu, mas só muitos anos mais tarde se tornou capital.

No século XIV realizou-se a União de Kalmar em que a Suécia se juntou à Dinamarca e à Noruega, para juntos controlarem o mar Básltico. Mas o rei desta união foi dinamarquês durante mais de 100 anos e a aristocracia sueca ficou insatisfeita.

Como resultado, Gustav Eriksson expulsou o rei dinamarquês a 6 de junho de 1523. Esta data é hoje o Dia Nacional da Suécia.

Ao longo dos anos Estocolmo tornou-se o centro político e adminstrativo do país. Durante o período em que a Suécia foi a potência dominante do Norte da Europa, deu-se um enorme desenvolvimento cultural.

Estocolmo tornou-se capital no ano de 1634. É a sede do governo, do parlamento da Suécia e a resdência do chefe de estado.

Áreas

Podemos dividir a cidade em 4 áreas diferentes. O centro, Blasieholmen e Skeppsholmen, Djurgarden e Gamla Stan. Esta última é a minha zona favorita da cidade.

Centro

Esta é o coração da cidade e o seu centro comercial. Aqui encontram-se vários museus, teatros, mercados e belas zonas verdes.

Foi nesta área que no século XVIII os nobres começaram a construir as suas casas de pedra.

Blasieholmen e Skeppsholmen

É uma zona muito interessante do ponto de vista cultural. Estão aqui os principais museus  instituições culturais de toda a cidade.

Em séculos passados foram construídos nesta área palácios elegantes.

Djurgarden

Começou por ser uma coutada real, onde eram mantidas renas, veados e alces. Atualmente é um imenso parque natural, tendo sido o 1º parque de cidade do mundo.

Gamla Stan

Esta área tem imenso património histórico. É aqui que está o Palácio Real, o Parlamento, ruas movimentadas e estreitas e palácios elegantes.

Ainda existem vestígios do início de Estocolmo como cidade.

Nos próximos artigos irei explorar melhor cada área e algumas das principais atrações.

Banguecoque, a Cidade dos Anjos

Banguecoque, a Cidade dos Anjos

Banguecoque é a capital da Tailândia e uma das cidades mais impressionantes do mundo. Localiza-se na margem do rio Chao Phraya que serpenteia pela cidade e desagua no Golfo da Tailândia. O rio é também conhecido com rio dos Reis.

O nome

Os tailandeses não conhecem a cidade com o nome de Banguecoque, mas sim Krung Thep ou Cidade dos Anjos. Estas duas últimas designações têm origem no nome cerimonial da cidade, que está em duas línguas indianas antigas. Traduzido para português é: A cidade dos anjos, a grande cidade, a cidade que é jóia eterna, a cidade inabalável do deus Indra, a grande capital do mundo ornada com nove preciosas gemas, a cidade feliz, Palácio Real enorme em abundância que se assemelha à morada celestial onde reina o deus reencarnado, uma cidade dada por Indra e construída por Vishnukam. (mais…)

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